Zeca Afonso - teksty piosenek,teledyski @ piosenki.az.pl

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Serdecznie Witamy!

Zeca Afonso - Vejam Bem


Zeca Afonso - Vejam Bem - Cantares de Andarilho (1968) Vejam bem que não há só gaivotas em terra quando um homem se põe a pensar quando um homem se põe a pensar Quem lá vem dorme à noite ao relento na areia dorme à noite ao relento no mar dorme à noite ao relento no mar E se houver uma praça de gente madura e uma estátua e uma estátua de de febre a arder Anda alguém pela noite de breu à procura e não há quem lhe queira valer e não há quem lhe queira valer Vejam bem daquele homem a fraca figura desbravando os caminhos do pão desbravando os caminhos do pão E se houver uma praça de gente madura ninguém vem levantá-lo do chão ninguém vem levantá-lo do chão Vejam bem que não há só gaivotas em terra quando um homem quando um homem se põe a pensar Quem lá vem dorme à noite ao relento na areia dorme à noite ao relento no mar dorme à noite ao relento no mar


zeca afonso vejam bem Joa zitu

Zeca Afonso - Canção de Embalar


Zeca Afonso - Canção de Embalar Dorme meu menino a estrela d'alva Já a procurei e não a vi Se ela não vier de madrugada Outra que eu souber será pra ti ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô (bis) Outra que eu souber na noite escura Sobre o teu sorriso de encantar Ouvirás cantando nas alturas Trovas e cantigas de embalar Trovas e cantigas muito belas Afina a garganta meu cantor Quando a luz se apaga nas janelas Perde a estrela d'alva o seu fulgor Perde a estrela d'alva pequenina Se outra não vier para a render Dorme quinda à noite é uma menina Deixa-a vir também adormecer


Zeca José Afonso Canção de Embalar luiisfdias

Zeca Afonso - Grândola, Vila Morena


Zeca Afonso - Grândola, Vila Morena Grândola, vila morena Terra da fraternidade O povo é quem mais ordena Dentro de ti, ó cidade Dentro de ti, ó cidade O povo é quem mais ordena Terra da fraternidade Grândola, vila morena Em cada esquina, um amigo Em cada rosto, igualdade Grândola, vila morena Terra da fraternidade Terra da fraternidade Grândola, vila morena Em cada rosto, igualdade O povo é quem mais ordena À sombra duma azinheira Que já não sabia a idade Jurei ter por companheira Grândola, a tua vontade Grândola a tua vontade Jurei ter por companheira À sombra duma azinheira Que já não sabia a idade


Zeca José Afonso Grândola Vila Morena 25 de Abril luiisfdias

Traz Outro Amigo Também - José Afonso


Video-Clip de "Traz Outro Amigo Também" de Zeca - José Afonso


Zeca José Afonso Amigo nelsoncsb

Zeca Afonso - O Que Faz Falta!!!


uma grande musica de uma grande génio!


zeca afonso que faz falta comunismo igualdade cada rosto esperança antifa união nunca mais fascismo pnr salazar Abrilsemprecamaradas

Zeca Afonso_Redondo Vocábulo


animação 3D para o tema "redondo vocábulo" de José Afonso. Interpretação livre sobre a angústia de uma gestação ou maternidade em tempos de guerra no ultramar.


animação 3D Bryce Zeca Afonso surreal simbolico legohist

No Coliseu -A Morte Saiu á Rua(José Afonso) TvRip.By.Gui.


Zeca Afonso No Coliseu ( José Afonso ) Faixa-A morte saiu á rua


ZECA AFONSO JOSÉ nelsoncsb

Zeca Afonso - Filhos da Madrugada!


Revolução 25 de Abril sempre não está completa a musica! peço desculpa.


zeca afonso josé grande génio brasil angola moçambique revolução avante camarada pcp sempre liberdade igualdade amigos Abrilsemprecamaradas

Zeca Afonso - 20 anos depois: concerto


Em 29 de Janeiro de 1983 realizou-se um espectáculo no Coliseu com José Afonso já doente. Deste concerto, reproduzimos duas músicas: "Do choupal até à Lapa" e "Natal dos simples".


José Afonso Zeca Portugal música Choupal Lapa Natal Janeiras Simples lleiria

José Afonso - Fui à Beira do Mar


Do álbum "Eu Vou ser como a Toupeira" de 1972. Fui à beira do mar Ver o que lá havia Ouvi uma voz cantar Que ao longe me dizia Ó cantador alegre Que é da tua alegria Tens tanto para andar E a noite está tão fria Desde então a lavrar No meu peito a alegria Ouço alguém a bradar Aproveita que é dia Sentei-me a descansar Enquanto amanhecia Entre o céu eo mar Uma proa rompia Desde então a bater No meu peito em segredo Sinto uma voz dizer Teima, teima sem medo


Movie Peduarte

José Afonso - Balada de Outono (ao vivo no Coliseu)


O último concerto de Zeca Afonso em 29 de Janeiro de 1983, no Coliseu "Balada de Outono"


Zeca José Afonso balada de outono ao vivo no coliseu ultimo concerto 29 janeiro 1983 musica portuguesa Ze Eduardo Rebelo

Zeca Afonso - Os Índios da meia praia


A praia não é meia mas é em Melides.


zeca afonso indios da meia praia portugal lagos algarve música portuguesa floribela benfica Alecrime

Zeca Afonso - Grândola Vila Morena (som apenas)


Grândola, vila morena Terra da fraternidade O povo é quem mais ordena Dentro de ti, ó cidade Dentro de ti, ó cidade O povo é quem mais ordena Terra da fraternidade Grândola, vila morena Em cada esquina um amigo Em cada rosto igualdade Grândola, vila morena Terra da fraternidade Terra da fraternidade Grândola, vila morena Em cada rosto igualdade O povo é quem mais ordena À sombra duma azinheira Que já não sabia a idade Jurei ter por companheira Grândola a tua vontade Grândola a tua vontade Jurei ter por companheira À sombra duma azinheira Que já não sabia a idade


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José Afonso Cantares Alentejanos


Cantares Alentejanos


world music Cachopa Linda

JOSÉ AFONSO


Registo gráfico de José Afonso por Nuno Mendanha.José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos (Aveiro, 2 de Agosto de 1929 — Setúbal, 23 de Fevereiro de 1987), mais conhecido por Zeca Afonso ou José Afonso[1], foi um cantor e compositor português.Os meios sociais miseráveis do Porto, no Bairro do Barredo, inspiraram-lhe para a sua balada "Menino do Bairro Negro". Em 1953, Zeca Afonso grava o seu primeiro disco Fados de Coimbra, e mais tarde, em 1963, são editados os primeiros temas de carácter vincadamente político, "Os Vampiros" e "Menino do Bairro Negro", que integravam o disco Baladas de Coimbra, e que, pouco tempo depois, seriam proibidos pela Censura.[2] "Os Vampiros", juntamente com "Trova do Vento que Passa" (um poema de Manuel Alegre, musicado e cantado por Adriano Correia de Oliveira) viria a tornar-se um dos símbolos de resistência antifascista da época. Foi neste período (1958-1959) professor de Francês e de História na Escola Comercial e Industrial de Alcobaça. Em 1964, parte novamente para Moçambique, onde foi professor de Liceu, desenvolvendo uma intensa actividade anticolonialista o que lhe começa a causar problemas com a polícia política pela qual será, mais tarde, detido várias vezes. Quando regressa a Portugal, é colocado como professor em Setúbal, mas, devido ao seu activismo contra o regime, é expulso do ensino e, para sobreviver, dá explicações e grava o seu primeiro álbum, Baladas e Canções. Entre 1967 e 1970, Zeca Afonso torna-se um símbolo da <b>...</b>


JOSÉ AFONSO DESENHO DRAW NUNO MENDANHA 77

Zeca Afonso - Cantigas de Maio


Mais uma musica linda do Zeca. ----------------------------------- Eu fui ver a minha amada Lá p'rós baixos dum jardim Dei-lhe uma rosa encarnada Para se lembrar de mim Eu fui ver o meu benzinho Lá p'rós lados dum passal Dei-lhe o meu lenço de linho Que é do mais fino bragal Minha mãe quando eu morrer Ai chore por quem muito amargou Para então dizer ao mundo Ai Deus mo deu Ai Deus mo levou Eu fui ver uma donzela Numa barquinha a dormir Dei-lhe uma colcha de seda Para nela se cobrir Eu fui ver uma solteira Numa salinha a fiar Dei-lhe uma rosa vermelha Para de mim se encantar Minha mãe quando eu morrer Ai chore por quem muito amargou Para então dizer ao mundo Ai Deus me deu Ai Deus me levou Eu fui ver a minha amada Lá nos campos eu fui ver Dei-lhe uma rosa encarnada Para de mim se prender Verdes prados, verdes campos Onde está minha paixão As andorinhas não param Umas voltam outras não Minha mãe quando eu morrer Ai chore por quem muito amargou Para então dizer ao mundo Ai Deus me deu Ai Deus me levou


Zeca Afonso jose portugal intervenção Gamboneri

Zeca Afonso - Fura Fura


"Fua Fura" de Zeca Afonso. Albúm: "Fura-fura"


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No Coliseu - Venham.Mais.Cinco (José Afonso) TvRip.By.Gui.


Zeca Afonso No Coliseu ( José Afonso ) Faixa-Venham Mais Cinco


ZECA AFONSO JOSÉ nelsoncsb

Zeca Afonso - Canta Camarada


canta camarada pela Liberdade Igualdade Justiça! Abaixo o capitalismo.


comunismo josé marx brasil revolução avante pcp sempre liberdade igualdade galiza fascismo salazar franco portugaliza 25 Abrilsemprecamaradas

Zeca Afonso - Maio Maduro Maio


Desculpem a falta de imagens, mas acho que o fundamental é a música. Zeca sempre!


josé zeca afonso maio maduro revolução 25 de abril kraigor

José Afonso -(Video Clip Sample) -Indios da Meia Praia


Video clip de "Indios da Meia Praia" de Zeca Afonso.(sample em desenvolvimento...)


Zeca Afonso José lagos nelsoncsb

José Afonso - "Ali Está o Rio"


Do álbum "Enquanto Há Força" (1978). Letra e música de José Afonso.


José Afonso Ali Está Rio Enquanto Força Zeca Música popular portuguesa quixote 1615

Jose Afonso


cançoes de Jose Afonso ou Zeca Afonso


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Zeca Afonso Os Vampiros


José Afonso


world music Cachopa Linda

Traz outro amigo também - José Afonso


www.cidadevirtual.pt/cdl Homenagem da COMPANHIA DE DANÇA DE LISBOA a Zeca Afonso - sempre! e Agora! Letra e música : José Afonso Vídeo clip cedido pela RTP


Lisbon Dance Company cdancalisboa

Zeca Afonso - Vejam Bem


Cantares do Andarilho (1968). Vejam bem que não há só gaivotas em terra quando um homem se põe a pensar quando um homem se põe a pensar Quem lá vem dorme à noite ao relento na areia dorme à noite ao relento no mar dorme à noite ao relento no mar E se houver uma praça de gente madura e uma estátua e uma estátua de febre a arder Anda alguém pela noite de breu à procura e não há quem lhe queira valer e não há quem lhe queira valer Vejam bem daquele homem a fraca figura desbravando os caminhos do pão desbravando os caminhos do pão E se houver uma praça de gente madura ninguém vem levantá-lo do chão ninguém vem levantá-lo do chão Vejam bem que não há só gaivotas em terra quando um homem quando um homem se põe a pensar Quem lá vem dorme à noite ao relento na areia dorme à noite ao relento no mar dorme à noite ao relento no mar


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Grândola Vila Morena | José Afonso ao vivo no Coliseu


Concerto no Coliseu de Lisboa a 29 de Janeiro de 1983


José Afonso Zeca Afonso Associacao Jose Afonso

Zeca Afonso - Milho Verde


este grande homem !


- Zeca Afonso Milho Verde (7 12) um vãdeo de Videos Portugal josã© apeixadoris

Os vampiros (Zeca Afonso)


in Tribut Concert for Zeca Afonso in 24/2/07 (Centro Cultural Vila Flor - Guimarães)


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Coro da Primavera, José Afonso


Coro da Primavera é uma obra-prima da música ligeira portuguesa. Faz parte do álbum Cantigas do Maio, que recentemente foi considerado pela revista Blitz como o melhor álbum de música portuguesa dos anos 70. Nota: não detenho os direitos de autor desta obra. Com a publicação deste vídeo pretendo divulgar o trabalho de José Afonso ea música ligeira portuguesa de qualidade superior. Este vídeo não tem qualquer fim comercial, mas apenas fins culturais e educacionais. Caso os detentores legais da posse desta música pretendam a sua remoção do You Tube, contactem-me e este vídeo será imediatamente removido. Para a obtenção da obra de José Afonso adquiri os seus discos e singles de forma legal. Ajudai a combater a pirataria e os downloads ilegais.


Coro da Primavera José Afonso Zeca Afonso Música Ligeira Portuguesa Portuguese Folk Anos 70 Cantigas do Maio Música Tradicional Portuguesa 25 de Abril Revolução dos Cravos Alentejo José Mário Branco fcac 20

Zeca Afonso - Os Vampiros (Original)


Os Vampiros... Tema original


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Zeca Afonso - Quem diz que é pela rainha


Zeca Afonso - Quem diz que é pela rainha Album: Fura fura


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José Afonso - Cantares do Andarilho


Cantares do Andarilho Já fiz recados às bruxas Do Caselho à Portelada Dei-lhes a minha inocência Elas não me deram nada. Andei à giesta Ao lírio maninho Na Bouça da Fresta No Casal Velido Erva-cidreira À erva veludo Na Lomba Regueira No Pinhal do Mudo. Andei ao licranço Andei ao lacrau No Monte do Manso Na Espera do Mau Vibra à carocha Ao corujão cego Na mata da Tocha No rio Lágedo. Fui andarilho das bruxas Moço de S. Cipriano Já fui morto e inda vivo Vendi a alma ao Dialho. Andei à giesta Ao lírio maninho Na Bouça da Fresta No Casal Velido Erva-cidreira À erva veludo Na Lomba Regueira No Pinhal do Mudo. Andei ao licranço Andei ao lacrau No Monte do Manso Na Espera do Mau Vibra à carocha Ao corujão cego Na mata da Tocha No rio Lágedo. Era donzel e guardei-me P'rás filhas da feiticeira Parti-me em meio à loira Noutra metade à morena. Andei à giesta Ao lírio maninho Na Bouça da Fresta No Casal Velido Erva-cidreira À erva veludo Na Lomba Regueira No Pinhal do Mudo. Andei ao licranço Andei ao lacrau No Monte do Manso Na Espera do Mau Vibra à carocha Ao corujão cego Na mata da Tocha No rio Lágedo. Letra: António Quadros (João Pedro Grabato Dias) Música: José Afonso Intérprete: José Afonso* (in "Cantares do Andarilho", Orfeu, 1968; reed. Movieplay, 1987, 1996) * Viola -- Rui Pato Gravado nos Estúdios Polysom, Lisboa, em 1968 Técnico de som -- Moreno Pinto Letra e créditos tirados de guitarracoimbra.blogspot.com


José Zeca Afonso Cantares do Andarilho jfdcamara

José Afonso (Zeca) . Redondo Vocábulo


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José Afonso Zeca Portugal

Zeca Afonso - Traz outro amigo também


José Afonso foi um dos maiores compositor e intérpretes de música de intervenção, durante a ditadura fascista e após o 25 de Abril.Como compositor, soube conciliar de forma notável a música popular e os temas tradicionais com a palavra de protesto. Discografia - Fados de Coimbra (78 rpm, Alvorada, 1953) - Fados de Coimbra (78 rpm, Alvorada, 1953) - Fados de Coimbra (EP-45 rpm, Alvorada, 1956) - Balada do Outono (EP-45 rpm, Rapsódia, 1960) - Coimbra Orfeon of Portugal (LP-33 rpm, Monitor, 1962, colectivo) - Baladas de Coimbra (EP-45 rpm, Rapsódia, 1962) - Baladas de Coimbra (EP-45 rpm, Rapsódia, 1963) - Cantares de José Afonso (EP-45 rpm, Columbia/Valentim de Carvalho, 1964) - Baladas e Canções (LP-33 rpm, Ofir, 1967; CD, EMI-VC, 1997) - Cantares de Andarilho (LP-33 rpm, Orfeu, 1968; CD, Movieplay, 1987) - Contos Velhos, Rumos Novos (LP-33 rpm, Orfeu, 1969; CD, Movieplay, 1987) - Menina dos Olhos Tristes (Single-45-rpm, Orfeu, 1969) - Traz Outro Amigo Também (LP-33 rpm, Orfeu, 1970; CD, Movieplay, 1987) - Cantigas do Maio (LP-33 rpm, Orfeu, 1971; CD, Movieplay, 1987) - Eu Vou Ser Como a Toupeira (LP-33 rpm, Orfeu, 1972; CD, Movieplay, 1987) - Venham Mais Cinco (LP-33 rpm, Orfeu, 1973; CD, Movieplay, 1987) - Coro dos Tribunais (LP-33 rpm, Orfeu, 1974; CD, Movieplay, 1987) - Viva o Poder Popular (Single-45 rpm, LUAR, 1975) - República (LP-33 rpm, Lotta Continua/Il Manifesto/Vanguardia Operaria (Itália), 1975, não editado em Portugal) - Com as Minhas Tamanquinhas (LP-33 rpm <b>...</b>


Zeca Afonso Traz outro amigo também abril cantautor compositor musico poeta Zedotelhado 2009

José Afonso - Canto Moço


José Afonso - Canto Moço Somos filhos da madrugada Pelas praias do mar nos vamos À procura de quem nos traga Verde oliva de flor no ramo Navegamos de vaga em vaga Não soubemos de dor nem mágoa Pelas praias do mar nos vamos À procura de manhã clara Lá do cimo de uma montanha Acendemos uma fogueira Para não se apagar a chama Que dá vida na noite inteira Mensageira pomba chamada Companhera da madrugada Quando a noite vier que venha Lá do cimo de uma montanha Onde o vento cortou amarras Largaremos p'la noite fora Onde há sempre uma boa estrela Noite e dia ao romper da aurora Vira a proa minha galera Que a vitória já não espera Fresca, brisa, moira encantada Vira a proa da minha barca.


José Zeca Afonso Canto Moço Portugal filhos madrugada popular folk music revolução revolution grande génio liberdade dianasimf

José Afonso - Enquanto Há Força


José Afonso - Enquanto Há Força Enquanto há força No braço que vinga Que venham ventos Virar-nos as quilhas Seremos muitos Seremos alguém Cantai rapazes Dançai raparigas E vós altivas Cantai também Levanta o braço Faz dele uma barra Que venha a brisa Lavar-nos a cara Seremos muitos Seremos alguém Cantai rapazes Dançai raparigas E vós altivas Cantai também.


José Zeca Afonso Enquanto Força Portugal popular folk music revolução revolution grande génio liberdade dianasimf

José Afonso - Epígrafe Para a Arte de Furtar


Epígrafe Para a Arte de Furtar Roubam-me Deus Outros o diabo Quem cantarei Roubam-me a Pátria E a humanidade Outros ma roubam Quem cantarei Sempre há quem roube Quem eu deseje E de mim mesmo Todos me roubam Quem cantarei Quem cantarei Roubam-me Deus Outros o diabo Quem cantarei Roubam-me a Pátria A a humanidade Outros ma roubam Quem cantarei Roubam-me a voz Quando me calo Ou o silêncio Mesmo se falo Aqui d'El-Rei Aqui d'El-Rei Letra: Jorge de Sena Música: José Afonso Álbum: Traz Outro Amigo Também (1970) Letra retirada de natura.di.uminho.pt


José Zeca Afonso Epígrafe Para Arte de Furtar Traz Outro Amigo Também jfdcamara

José Afonso - Natal dos Simples


José Afonso - Natal dos Simples Vamos cantar as janeiras Vamos cantar as janeiras Por esses quintais adentro vamos Às raparigas solteiras Vamos cantar orvalhadas Vamos cantar orvalhadas Por esses quintais adentro vamos Às raparigas casadas Vira o vento e muda a sorte Vira o vento e muda a sorte Por aqueles olivais perdidos Foi-se embora o vento norte Muita neve cai na serra Muita neve cai na serra Só se lembra dos caminhos velhos Quem tem saudades da terra Quem tem a candeia acesa Quem tem a candeia acesa Rabanadas pão e vinho novo Matava a fome à pobreza Já nos cansa esta lonjura Já nos cansa esta lonjura Só se lembra dos caminhos velhos Quem anda à noite à ventura


José Zeca Afonso Natal dos Simples Portugal popular folk music dianasimf